sábado, 9 de outubro de 2010

Outubro

Nestes últimos dias, temos acompanhado o aborto e sua legalização como um tópico inserido nas discussões eleitorais do 2° Turno.

Me assusta a possibilidade de que, uma mulher grávida, em qualquer momento anterior ao parto, mesmo no alto do 9° mês de gestação, poderia requerer a interrupção imediata da gravidez em qualquer hospital da rede pública, sem qualquer motivação diferente do que ocorre nos casos previstos na legislação penal.

A mim, suscita uma idéia, como se o aborto indiscriminado seria uma maneira de arrepender-se da gravidez, numa paternidade e maternidade irresponsável.

Nós ficamos estupefatos com Auschwitz, mas não tememos ceifar uma preciosa vida indefesa pugnando a defesa da liberdade da mulher mesmo expondo-a a risco de morte e esterilidade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário